Observar e analisar os selos é fundamental no estudo e pesquisa filatélica, diante disso por vezes nos perguntamos sobre nuances nos mesmos e das respostas que precisamos, mas que por vezes não temos na íntegra, assim e na tarefa de contribuir com os apaixonados e filatelistas do tema, nesta publicação mostraremos o que talvez alguns colegas ainda não observaram, e daquilo que possa ajudar, nossa pesquisa, e do que buscamos entender na série dos selos de Vendas Consignadas emitidos a partir de 1923, proponho que observem, vejam em vossa coleção.
Daquilo que acima dissemos, muito se deve aos métodos empregados na fabricação dos selos, também da precariedade do maquinário naquele momento na Casa da Moeda, da insuficiência de pessoal e técnicos especializados, e onde, o mais importante era a arrecadação dos tributos cobrados e nisso as estampilhas tinham papel fundamental ao regimento da cobrança e rendas ao Tesouro Federal.
Nesta série pesquisada , composta por quinze selos, nos atentamos em pegar os selos acima de hum mil réis para mostrar variedades na mesma, digamos nem ser variedade, mas diferenças pouco notadas pelo filatelista , com isso verifiquem e vejam abaixo
Página com todos os selos da série de nossa coleção para ilustrar a publicação
A questão qual nos debruçamos e que mostramos abaixo nas imagens, é do porque, apenas os selos de vinte e cem mil réis tem o ponto no valor, também outra nuance é do porque, apenas o selo de vinte mil réis tem o algarismo diferente " enfeitado "e com acento na palavra réis, concordamos analisar mais, visto a intenção é submeter a apreciação geral daquilo que é nosso motivo principal, o estudo do selo fiscal.
Observem que apenas os selos de 20 e 100 mil réis tem o ponto no valor, mas o selo de 100.000 mil réis não tem acento em réis e modelo igual aos demais.





































